Dias de descontaços!!! Só que não!
Aproveitando a última Sexta-feira
(23/11) e nessa Segunda-feira (26/11) de descontos nas lojas virtuais do país,
resolvi postar as minhas impressões desses dois dias de ofertas, depois de longas
pechinchas e compras online. Espero que seja útil!
A minha impressão sobre o BLACK FRIDAY
realizado na Sexta-feira é que foi um verdadeiro: Breaking Friday!
Para quem não entendeu, trata-se de uma
brincadeira com a expressão americana "breaking bad" que é usada
quando uma coisa que já estava ruim, fica ainda pior. É exatamente isso que
acontece com o plágio brasileiro do americano Black Friday - criado pelos
varejistas americanos para indicar uma espécie de ação anual de vendas sempre
na 4ª sexta-feira de novembro após aquele feriadão do dia de Ação de Graças. Ou
seja, eles pegam toda aquela mercadoria que sobrou e dão um jeito de
empurrá-las para o consumidor através de apetitosos descontos, assim, eles
esvaziam os estoques deixando-os prontos para serem cheios novamente para as
compras de natal. Não é uma maravilha? ~ Leia-se
aqui um certo sarcasmo subentendido ~. Já o CYBER MONDAY, pode-se dizer, é
o mesmo que o Black Friday, só que voltado para o setor de eletrônicos. E,
também, foi criado pelos varejistas americanos desse segmento.
Segundo o site Expresso Mato Grosso,
"300 varejistas on-line no Brasil venderam mais de R$ 100 milhões em
apenas 12 horas de Black Friday – o valor já superava o total vendido na versão
de 2011 do evento", isso tudo aliado a mais de 247 milhões de visitas que
os sites de varejo online receberam, afirma o subsite de notícias sobre
Internet do portal R7.com, o Oficina da Net. Tais dados fizeram com que o
evento durasse dois dias a mais rendendo ao segmento cerca de 125 bilhões de
reais³. Até aqui, tudo lindo e
maravilhoso!
O problema é que o varejo brasileiro se
apropriou da ideia já faz um tempo e no decorrer da semana do evento, divulgou
massiçamente a ideia com direito até a contagem regressiva. E, na Segunda-Feira
(26/11) aderiu ao Cyber Monday. E, de adesão em adesão de ideias tudo vai
acontecendo, e não acontece nada. Quero dizer, é aqui que a coisa começa a
ficar ruim. Fora o fato de que é uma ideia importada, ela não é praticada 100%.
Quero dizer, p'ra muá aqui, que compra continuamente pela internet - uma
verdadeira "pechinchadora-mor", os preços continuaram os mesmos para
muitas categorias de produtos.
Outra coisa, foram os malditos banners
de 80% de desconto ou R$ 200,00 de desconto que tinham imagens de produtos top
de linha. Quando você clicava neles tudo estava com um preço levemente regular,
só aqueles produtos descontinuados é que estavam com essa porcentagem de
desconto. Se não bastasse, por volta das 16 horas daquela Sexta-feira, os sites
de notícias liberaram uma nota informando que notificou certas lojas virtuais,
pois muitos compradores reclamaram de ofertas com preços inflados para forjar
descontos maiores em suas lojas. E, isso, eu vi acontecer na maior cara de pau.
O
que se conclui disso tudo? O que se conclui é o seguinte: toma vergonha na
cara e comece a fazer o que faço regularmente, tenha o hábito de dar uma olhada
nas lojas online semanalmente. Quer dizer, você talvez não fique sem mexer no
Facebook, no Blog ou no Twitter um dia se quer. Então, podia dar uma passada
por essas lojas. Por causa do meu trabalho vivo constantemente na internet, por
isso diariamente, acesso lojas virtuais de minha preferência ou não. Foi graças
a isso, que pude perceber o nível dos preços. E, mais uma coisa: PE-CHIN-CHE! Pechinche muito, mas muito
mesmo. Pois, sem promoção, já comprei produtos que chegaram a 40 reais de
diferença de uma loja online para outra.
Fontes citadas:
http://www.expressomt.com.br/economia-agronegocio/lojas-on-line-no-brasil-aderem-a-cyber-monday-40700.html
http://www.oficinadanet.com.br/post/9406-black-friday-supera-todas-as-expectativas-de-vendas
Imagens retiradas do: Google Imagens.




